quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Depois de três meses a frequentar a Escola de Pais.nee:Como me sentia e como me sinto agora…


Testemunhos...


É claro que todas estas aprendizagens me fazem sentir diferente. Acima de tudo sinto-me bem nesta escola, pois tenho a certeza que aqui sou ouvida, tal como as outras pessoas que aqui se encontram todas as semanas. Todas as experiências de vida aqui relatadas são diferentes, mas vão sempre ao encontro da nossa própria experiência.
Aprendemos a ser solidários, a melhorar a auto-estima, a conhecer-nos melhor e a conhecer os outros. No final de cada sessão vou para casa e penso: “Afinal há mais pessoas que sentem o mesmo que eu”. Sim, porque durante anos era exactamente assim que eu me sentia. Achava que ninguém, mas mesmo ninguém me entendia e muitas vezes questionava se seria normal o turbilhão de emoções que esta experiência de vida me causava. Agora percebo que sentem, tal como eu me sentia durante estes anos. Esta escola de pais tem uma força imensa. Tem a força da solidariedade, da amizade, da partilha, da compreensão, da ajuda, da grandeza de sentimentos que tudo isto provoca. A Celmira é o cérebro e a força desta escola. Parabéns a ela e parabéns a todos nós, por termos a coragem de levar este grandioso projecto para a frente. E este será o primeiro de muitos que ainda virão.
Manuela Gomes

Sinto-me diferente, estou a aprender a viver a vida de outra maneira. Sentia-me triste, porque não tinha com quem falar, o que me doía lá dentro… agora sinto-me feliz. Alice Vaz

Sinto-me mais segura… sentia-me muito só, não pensava que podia haver pessoas assim com dificuldades mais graves que as minhas. Agora sinto-me melhor, pois estamos resolvendo um caso a que todos diz respeito, para o bem dos nossos queridos filhos. Merência

Sentia-me num beco sem saída. Agora vejo uma estrada longa e tenho esperança de no seu final encontrar tudo. M.M.



Sentia-me triste e magoado, mas agora sinto-me optimista, com uma perspectiva de futuro diferente. Sinto-me mais enriquecido, mais compreendido e compreensivo. Duarte Rodrigues




Sinto-me diferente, porque vejo que não sou a única nesta batalha e todos juntos é mais fácil. Aprendemos a ver tudo com mais passividade, mesmo quando os problemas são difíceis, não são impossíveis de resolver. Odete Pires

Sentia-me bastante fechada, com alguns problemas que me surgem no dia-a-dia e agora sei que consigo expô-los melhor. Teresa Mofreita

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