sábado, 2 de abril de 2011

Intervenção Educativa Precoce

Mestrado em Educação Especial - Domínio Cognitivo e Motor

Unidade Curricular: Intervenção Educativa Precoce
Docente: Celmira Macedo

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59 comentários:

  1. Patrícia Bragança4 de abril de 2011 às 05:03

    Numa perspectiva de intervennção precoce, a família é o espelho onde a criança se revela. Se emoldurarmos o espelho fortalecemos a sua resistência e proporcionamos à criança uma visão mais segura da sua própria imagem.

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  2. A Unidade Curricular: Intervenção Educativa Precoce tem contribuido e muito para os meus conhecimentos face à própria temática. Sempre pensei que Intervenção Precoce (IP) se centrava na criança.
    Hoje sei que estive muito tempo enganada. A Intervenção Precoce deve centrar-se na família, esta que por sua vez, inclui a própria criança.
    A IP deve ser feita o mais precocemente possível... tendo por base um modelo transdisciplinar.

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  3. Maria José Freitas19 de maio de 2011 às 09:26

    Agora percebo, através desta unidade que é crucial para as crianças com Necessidades Educativas Especiais frequentarem a Intervenção Precoce. A criança precisa ter um forte alicerce para ser bem sucedida no seu percurso de vida. Como a família é o principal foco da Intervenção Precoce, tendo em vista o melhor desempenho da criança, terá a oportunidade de aprender a lidar com esta nova realidade. Assim sendo os profissionais actuam com a família de forma capacitar, co-responsabilizar e fortalecer o desempenho desta com a criança.

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  4. Olá!
    Parece estranho...partilhar sensações e desafios que não queremos viver! Transformamo-nos noutra pessoa sempre que olhamos alguém que VIVE para além da vida, que FAZ, para além do fazer, que SENTE para além do sentir, alguém que nasceu diferente…mas não desistiu! Gostávamos de ser assim, de viver com essa intensidade! A IP salta fronteiras e lança-nos na conquista doutra vida. Quando aplicada precocemente, a criança, a família… todos ganham! Sim! A IP maximiza, potencializa ganhos inacreditáveis no desenvolvimento da criança!
    E sim! Acredito que a IP é uma vitória ao alcance de muitos mas terá que ser mais do que isso, terá que ser de todos! “Dar de si antes de pensar em si” devia ser o mote de partida para uma educação inclusiva, onde todos, sem excepções, estão.
    José Cruz
    ISCE FLG

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  5. Olá à todos !
    É fundamental a actuação da Intervenção Precoce logo após a sinalização ,e esta sinalização deve ocorrer o mais cedo possível, o início da IP faz toda diferença ao nível social ,psicológico, financeiro e nos cuidados a ter com a criança.Não faz sentido algum intervir só na criança, o objectivo também passa por entender a família na sua globalidade como foco da intervenção.
    Tereza Elena Sales Moreira
    ISCE FLG

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  6. Olá.
    Foi preciso uma unidade curricular, para me elucidar o quão importante é a família para o desenvolvimento da criança com NEE.
    As famílias têm as suas diferenças, os seus valores e as suas crenças. Mas, a intervenção precoce reconhece a diversidade familiar e presta serviços educativos e sociais, às crianças e famílias, com o intuito de diminuir efeitos nefastos ao longo do desenvolvimento da criança.
    Para que isto seja exequível, não devemos descurar a importância que o modelo transdisciplinar, que valoriza a criança, desenvolvendo-a integralmente e inserindo-a naturalmente na sociedade, a família e os contextos, tem na qualidade de vida familiar.
    Victor Carvalho
    ISCE FLG

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  7. Boa noite a todos
    Não posso deixar de concordar com os comentários que já li. Parabéns a todos por terem aprendido bem os objectivos da unidade curricular. Concordarão comigo, seguramente, no que concerne ao desempenho da docente que nos guiou para uma compreensão tão rápida quanto profunda. Relativamente à Intervenção Educativa Precoce neste caso, percebemos quem intervém, em quem intervém, com que meios intervém e que dificuldades se lhe podem deparar.
    No meio desta vastidão, julgo que o mais importante foi percebermos o papel da família quer como veículos quer como destinatários da IP, o papel da transdisciplinaridade como essencial no sucesso pleno de intervenção e a vantagem da criança ser objecto desta tão cedo quanto possível.
    Maria Isabel Pinheiro da Cunha
    ISCE Felgueiras

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  8. Olá, boa tarde a todos;

    Penso que todos ficamos com a clara noção da importância da intervenção precoce e da atempada sinalização de uma criança. Para mim as aulas foram gratificantes pelo seu sentido prático, pelo revelar de informações que muitas vezes nos passam ao lado.
    Como futuros profissionais na área da Educação Especial devemos sempre estar atentos a tudo, a todos os movimentos das crianças para que nunca deixemos nada por fazer. Estas crianças que lutam pela sua evolução, autonomia e felicidade devem e têm o direito de encontrar bons profissionais que queiram batalhar ao seu lado. As famílias destas crianças, que começaram a sua luta desde que lhes foi diagnosticada a patologia e que têm como objectivo a felicidade dos seus filhos e a seu progresso positivo, não devem nunca ter a infelicidade de encontrar profissionais de braços cruzados como vemos muitas vezes. Como disse a professora Celmira “nunca podemos desistir, tudo se consegue”. Acho que este é o lema e um bom exemplo a seguir para quem quer trabalhar na área da Educação Especial. Como referiu também o nosso colega, a “IP salta fronteiras”, também nós temos de aprender a fazê-lo e as aulas de IP foram muito importantes para nos elucidar em variados aspectos.
    Gostaria ainda de referir que concordo com tudo o que foi dito até aqui. Foi realmente importante que nos revelassem o facto da importância da família no plano da IP e o quão importante é para que esta tenha bons resultados. O não nos centramos apenas da criança e ainda qual o modelo de equipa mais eficaz para que a IP funcione de forma activa. Foi ainda de valioso interesse as metodologias partilhadas com o uso de materiais.
    Isabel Maria Pimenta Correia

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  9. Intervenção Precoce …
    Antes de iniciar esta unidade curricular, tinha a ideia de que iria conhecer/contatar com atividades de estimulação em crianças com NEE, “em tenra idade”.
    Com o decorrer das sessões, verifiquei que era muito mais do que isso, visto que, estando a criança inserida na família, é crucial actuar na família como um todo.
    Neste contexto, para além do importante trabalho de estimulação que se realiza com as crianças, o acompanhamento dirigido às famílias é fundamental, pois, para elas, torna-se um bem precioso ter alguém que as dote de recursos necessários e as ampare na “dura” tarefa de viver para um filho que necessita de constantes cuidados.
    Ana Cunha
    ISCE Felgueiras

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  10. A Intervenção Precoce deve ser encarada, como um misto de práticas em rede que equacionam respostas para determinada criança enquanto entidade social. Assim sendo, há que se fazer uma intervenção centrada na família, baseada nos recursos da comunidade e desenvolvida por equipas. A família é portanto, o primeiro e o mais importante contexto para o crescimento físico e psicológico da criança. Cumprimentos, Cláudia F.Santos

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  11. O nascimento de uma criança altera implicitamente a estrutura familiar… Em caso de nascimento de uma criança com algum tipo de incapacidade, a realidade cria verdadeira instabilidade, experimentando a família sentimentos ambivalentes. Um vaivém entre o querer amar e a revolta criada pela frustração de se ter falhado.
    É durante os anos pré-escolares que o desenvolvimento da aprendizagem humana é mais rápido, logo é de todo conveniente que a intervenção seja o mais precoce possível. Intervenção Precoce refere-se a tudo o que está relacionado com a criança, todos os contextos, todos os elementos que interagem com ela.
    A família é o primeiro contexto social da criança, são os seus primeiros educadores e sê-lo-ão ao longo de toda a vida.
    Há duas características que são fundamentais na intervenção junto da criança e da família: a coordenação dos diferentes serviços e a contínua intervenção com a criança e a família o que permitirá uma intervenção mais completa e eficaz.
    Nesta unidade curricular, fiquei mais sensibilizada e a atenta para perceber a importância que tem uma intervenção o mais precoce possível, quanto mais cedo se actuar, mais cedo se ultrapassarão dificuldades, suprimindo-as e/ou atenuando-as, de modo mais efectivo.
    É necessário ser-se sensível, gostar das pessoas e sobretudo das crianças. Durante a frequência nas aulas de mestrado tenho encontrado pessoas assim… criativas, sensíveis, carregadas de saber, carregadas de “sacos” de estratégias para partilhar, carregadas de energia que me fazem acordar e pensar que é possível mudar pensamentos comodistas e/ou fatalistas que esperam que os problemas se corrigirão por si.
    Bem-haja!
    Carla Monteiro

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  12. olá. Bom dia a todos...
    Sem dúvida que esta U.C. veio enriquecer-nos como pessoas e como profissionais da educação sensibilizando-nos e transmitindo-nos o quanto é importante a intervenção precoce centrada na família, (sabendo sempre que lá está uma criança)baseando-nos assim num modelo de organização transdisciplinar.
    Vamos continuar a estar atentos a todos os sinais que nos são transmitidos pelas crianças e famílias...
    Patrícia Alves - ISCE Felgueiras

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  13. Olá boa tarde, a disciplina de IP serviu para nos abrir os horizontes relativamente à importância da família de crianças com NEE.
    A primeira visão do mundo é fornecida à criança no seu meio familiar, numa perspectiva sistémica e ecológica centrada na família, iniciando-se também todo um processo de socialização através da aquisição de atitudes, de valores e de normas de comportamento essenciais à vida social futura. É na familia que se preparam as estruturas afectivas, mentais e sociais. Também é de extrama importancia que exista uma equipa de técnicos, seguindo um modelo transdisciplinar, sendo mais forte, estruturada e dinâmica. Existe uma co-responsabilidade de todos nas tomadas de decisão e na avaliação de resultados. existe uma partilha de informações e conhecimentos entre os diferentes intervenientes. Centra-se na necessidade da pessoa e não na especialização dos técnicos. Mas contudo,não nos devemos esquecer que como ja referi a família é a base principal.
    Andreia daniela Alves Teixeira de Sampaio
    ISCE- Felgueiras

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  14. Olá a todos!
    Através desta unidade curricular, deu para perceber o quanto é importante que a Intervenção Precoce aconteça o mais cedo possivel. O papel da familia é fundamental no Plano de Interrvenção Precoce, pois é nesta que a criança adquire as primeiras bases de desenvolvimento, é igualmente importante a equipa transdisciplinar para um melhor desenvolvimento da criança NEE, pois estes técnicos partilham informações, experiências entre eles e trabalham centrados nas necessidades de cada criança.

    Susana Maria de Oliveira Moutas Teixeira

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  15. Silina Dias Ribeiro28 de maio de 2011 às 08:20

    Silina Ribeiro

    Olá a todos!
    esta não é a 1ª vez que venho a este blogue, pois antes de saber sequer que a Professora Celmira iria ser "minha professora" no mestrado, já tinha passado por cá e já tinha deixado a minha opinião acerca de tudo o que li e vi.
    De qualquer forma, mesmo tendo estado neste blogue várias vezes, não tinha ideia do que era o Intervenção Precoce e do que tratava. Foi bom ter aprendido, ter conhecido, ter "feito" alguns exercícios práticos... Pena nem sempre conseguir ouvir a professora durante as aulas, mesmo estando sentado na fila da frente, mas, o que aprendi e fiquei a saber (...) valeu por tudo. Por outro lado, espero que as entidades de maior peso do ISCE venham cá, vejam e percebam a importância de tudo isto para que, desta forma, aumentem a carga horária desta disciplina... Mas é apenas um desabafo.
    As aulas em si foram excelentes, só não aprendeu quem não quis ou quem, por motivos de força maior, não estava. Claro está que, por si só, as aulas não são suficientes,pois muito fica por dizer, por perguntar. Mas agora temos contactos e conhecimentos, portanto, acredito que quem esteja interessado irá procurar muito mais do que apenas concluir o mestrado para poder ter um lugar na Educação Especial (ao invés do desemprego...).
    Achei pouco tempo, mas excelentes conteúdos e muito oportuno.
    Obrigada pelas aulas simpáticas e pouco aborrecidas, foi diferente e muito mais pedagógico. Não vou falar do que é a família nem a IP, acho que esse feedback existiu nas aulas e as colegas que já fizeram os comentários já falaram sobre isso, e muito bem, por isso, educadamnte, faço delas as minhas palavras!! :)

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  16. O meu olhar diz quem sou e o meu sorriso diz como estou!
    O pensamento esconde-se no silêncio das palavras querendo fugir da sombra, viajar em histórias de encantar onde eu entro devagar.
    Sinto-me uma estrela com asas, uma fada com luz e sem sombra sigo o caminho que me seduz.
    Sou diferente porque entro em histórias de encantar e simplesmente entro devagar.
    Sou diferente apenas porque sou simplesmente EU!
    Magui

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  17. Quanto mais cedo na vida da criança acontecer a Intervenção Precoce, mais facilmente se acautelará a persistência e o agravamento dos problemas diagnosticados, assim como, o aparecimento de efeitos secundários ao nível da criança, da estrutura familiar e da comunidade envolvente.
    Intervir precocemente, constitui uma enorme importância no modo de actuar junto da família, facilitando a prevenção e minorando qualquer tipo de problemas que possam ocorrer no desenvolvimento da criança. Neste processo, a família assume-se como o principal foco de atenção.
    Assim sendo, é fundamental respeitar a família, provendo-a da capacidade de cuidar e educar o(s) seu(s) filho(s) segundo os seus padrões culturais e sociais em que está inserida.

    Paula Cristina de Magalhães Ribeiro
    Mestrado Educação Especial – 1.º Ano
    ISCE Felgueiras

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  18. Intervir precocemente, cinge estar com atenção aos variados factores que podem causar alterações no desenvolvimento e aos apelos e dúvidas colocados pelos pais. A IP destina-se às crianças com idades compreendidas entre, as limitações ou incapacidades, ou de factores de risco, e a idade de ingresso na educação escolar, devendo contribuir de forma eficaz para potenciar o seu desenvolvimento.
    Assim, a Intervenção Precoce dirige-se à família, família essa que incluí obviamente a criança e, é hoje compreendida como uma prática que se apoia numa rede integrada de serviços, apoios e recursos, que dão resposta às necessidades do conjunto da unidade familiar.
    Elisabete Matos Freitas

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  19. Olá a todos!
    Antes de mais quero deixar os meus parabéns e agradecimento à professora Celmira Macedo pelo seu trabalho e pela forma como apresentou e leccionou os conteúdos da IEP.
    Sem dúvida, que as aulas enriqueceram muito o meu currículo enquanto professora do 1º Ciclo, mas também me vão ser muito úteis futuramente como docente da Educação Especial. Possuía um conceito muito peculiar do que era IP e muitas das vezes até desfasado, agora posso afirmar que sei um pouco mais, embora considere que estas aulas deveriam ter tido uma maior carga horária, devido à sua fulcral importância.
    O carácter prático que a professora deu às aulas fez-nos perceber que basta um simples gesto ou estratégia para fazer uma família/criança feliz.
    Portanto, colegas, estejámos atentos aos sinais difundidos pelas nossas crianças e também pelas suas famílias.

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  20. Ola!

    Muitos parabéns Professora Celmira pela criação deste espaço. É de pessoas dinâmicas como a professora que a Educação Especial e o ensino em geral precisam. Espero que se faça justiça à Intervenção Precoce que, por vezes, parece ser esquecida, mas que de tanta utilidade tem sido para as crianças mais pequenas.
    Através das suas aulas pude compreender melhor e dar o valor devido á importância, como se processa a intervenção precoce, como também material para trabalhar com crianças portadoras de deficiência.
    Olga Gonçalves

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  21. Boa tarde!!

    Ao longo desta unidade curricular, fui conhecendo nomenclaturas e estratégias de IP sob uma visão totalmente diferente daquela que conhecia, ou melhor desconhecia, como por exemplo, os aspectos ligados à IP que se centram na família e não apenas na criança e que a IPI deve iniciar-se o mais cedo possível, a forma de funcionamento da equipa transdisciplinar em que todos intervêm e cooperam entre si, sempre em prol da criança e da família e também como se estrutura e aplica um PIIP e que este nunca se encontra terminado…
    Os temas abordados ao longo das aulas, na sua maioria de carácter teórico-prático, através dos vários exemplos práticos, favoreceram uma aquisição de conteúdos e conhecimentos de forma simples, mas eficaz, e, mais importante de tudo, dotaram-nos de conhecimentos para intervirmos da forma consciente no terreno enquanto educadores.
    O grande factor de sucesso da disciplina, no meu entender, foi a docente da unidade curricular, Celmira Macedo, pois com o seu dinamismo e entrega ao trabalho motivou-nos aula após aula.
    Celina Daniela de Moura Moreira
    ISCE Felgueiras

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  22. Olá a todos!
    A unidade curricular de IEP foi bastante importante para aprofundar os meus conhecimentos nesta área, que até então eram um pouco escassos. Através das aulas e das actividades, extremamente dinâmicas, que foram apresentadas foi possível perceber o quanto é importante actuar o mais precocemente possível, de forma a dar as respostas adequadas às necessidades que cada criança apresenta. E mais do que isso, proporcionar às respectivas famílias, que têm um papel preponderante no desenvolvimento dos seus filhos, os apoios e recursos necessários para que estas possam intervir de forma mais eficaz neste mesmo processo. Desde já, não posso deixar de felicitar a professora Celmira Macedo pelo excelente trabalho que fez, pelo carisma e prontidão que sempre demonstrou ao longo das aulas. Com ela, penso que todos nós aprendemos não só a nível profissional, mas também a nível pessoal, sendo que esta disciplina ajuda-nos, sem dúvida, a adoptar uma nova postura face à “diferença”, pois não sabemos se um dia poderemos ser nós a viver esta realidade de perto. E para tal é necessário saber aceitar as diferenças...
    Elisabete Duarte
    Mestrado em Educação Especial ISCE - FELGUEIRAS

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  23. "Nos países desenvolvidos é agora possível a um jovem, rapariga ou
    rapaz, formar-se na escola secundária, ou na universidade, sem nunca
    ter cuidado de um bebé; sem ter olhado por alguém doente, idoso, ou
    só; ou sem ter confortado ou ajudado outro ser humano a precisar de
    ajuda. As consequências desenvolvimentais desta privação humana
    ainda não foram cientificamente investigadas. Mas as possíveis
    implicações sociais são óbvias, pois todos nós – mais tarde ou mais
    cedo – estaremos doentes, sós, e a precisar de ajuda, conforto e
    companhia. Nenhuma sociedade se pode sustentar a menos que os
    seus membros tenham aprendido a sensibilidade, motivação e
    competências necessárias para cuidar de outros seres humanos."
    Urie Bronfenbrenner & Pamela Morris (2006)

    Hélder Ferreira ISCE

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  24. Boa Noite!
    Sem duvida que esta UC foi uma mais valia para mim, pois veio ajudar-me a perceber melhor o que é a IP. Fiquei a perceber que a Intervenção precoce está centrada na família e não só na criança como pensava anteriormente. Fiquei a perceber também, as praticas da IP, as medidas e os procedimentos a adoptar, caso me depare no futuro com situações/problemas que careçam deste tipo de intervenção.
    Pude, igualmente, familiarizar-me com os meios para lidar com potenciais crianças em risco. Esta UC, serviu também para reflectir no importante papel e responsabilidade que nós educadores,assim como os serviços, temos na questão de intervir o mais precocemente possível na sinalização de crianças em risco, para que sejam, ajudadas a superar os seus problemas e, consequentemente, integrando-as na sociedade.
    Mónica Alexandra Gonçalves Cunha

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  25. Olá boa noite!
    Ao longo das aulas de IEP, fui-me apercebendo do quanto é importante a família para o desenvolvimento e desempenho da criança na escola e na sociedade, em que está inserida.
    Daqui surge a necessidade de compreender e conhecer todos os recrusos de que a família dispõe, para que a intervenção ao ser feita, seja o mais global possível.
    Nesta unidade curricular fiquei mais sensibilizada e atenta, para perceber a importância que tem uma intervenção o mais precocemente possível, pois quanto mais cedo se actuar, mais cedo se ultrapassarão as dificudades, suprimindo-as,de modo mais efectivo.
    Deste modo,há necessidade de se ser sensível, gostar do que se faz, como se faz e sobretudo das crianças com quem nos relaccionamos.
    Assim, as aulas de IEP foram para mim muito gratificantes, pelo seu sentido prático, o revelar de conhecimentos, na qual muitas das vezes não nos apercebemos do quanto são significativos.
    Para finalizar gostaria de dizer que as mesmas me enriqueceram bastante como cidadã, professora e sobretudo como mãe, pois comecei a ter outra visão da vida, a entender melhor os meus filhos e aprendi a ser mais tolerante.

    Marisa Georgete Carvalho da Silva

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  26. Bom Noite!
    Ao longo das aulas de Intervenção Educativa Precoce foi-me possível aprender diversas coisas, as quais desconhecia por completo. Como sou professora do 1º Ciclo, não tenho muito contacto com o que se trabalha, o que se intervêm precocemente.
    Com estas aulas tive oportunidade de adquirir muitos conhecimentos tais como: a importância do diagnóstico o mais cedo possível; percebi que a intervenção deve-se dar ao nível familiar e não só na criança; que o modelo a ser implementado deverá ser sempre o transdisciplinar; o que é um PIIP e acima de tudo o que é afinal ser deficiente...
    Também aproveito para deixar uma mensagem à professora Celmira Macedo. Dou-lhes os parabéns pela forma como nos cativou e nos mostrou que nem tudo é o que parece, todos os exemplos demonstrados foram deveras interessantes, apesar de nem sempre estarem todos a colaborarem.
    Aproveito a oportunidade para deixar um excerto de um poema de Mário Quintana que tem uma perspectiva muito interessante acerca do conceito de deficiência.
    «"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
    "Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
    "Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
    "Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
    "Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
    "Paralítico" é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.
    "Diabético" é quem não consegue ser doce.
    "Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer….»

    Lisete Emerenciana da Costa e Sousa

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  27. A Unidade Curricular: Intervenção Educativa Precoce, é bastante importante e é de salientar que se esta for feita o quanto antes, a criança vai ter uma evolução mais positiva, com o acompanhamento da familia e esta sabendo como agir, vai ser muito mais facil lidar com certo tipo de situações.
    As aulas foram sempre produtivas e bastante elucidativas!

    Isce
    Ana Magalhães

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  28. Olá!
    Antes de mais, quero felicitar a professora Celmira que se mostrou dinâmica, interessada e empenhada , motivando-nos aula após aula, ajudando-nos assim a fazer mais e melhor Educação!
    Sem dúvida que esta disciplina me ajudou a compreender que a família é quem melhor conhece a criança e como tal a IP deve sem dúvida ser nela centrada. A IP compreende profissionais de diversas áreas distintas, devendo existir um trabalho articulado entre todos, assim como se verifica no modelo transdisciplinar e esta intervenção deve ser feita o mais precocemente possível.
    Cabe-nos a nós, Educadores, Professores e Técnicos Especializados, procurar inovar, mudar mentalidades, abrir janelas e portadas, rasgar horizontes e espumas de esperança! Nós podemos marcar a diferença e assim não será em vão o sonho destas crianças/famílias.
    Sónia Sampaio

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  29. Olá colegas !!!
    Como todos sabem ando sempre a 100 à hora, e na Internet não é excepção, como tal no meu pouco tempo disponível, ando a ver os blogs existentes e já tinha visto este.
    Chamou-me a atenção pelas imagens e pelas problemáticas nele existentes, alertando-me, assim, para a importância da Intervenção Precoce (IP).
    Contudo, só depois de começar a ter a aulas de Intervenção Educativa Precoce com a Professora Celmira Macedo, é que comecei realmente a compreender o quanto a IP é importante na vida da criança e da sua família.
    Percebi que nem tudo são rosas neste campo, também há muitos espinhos, uma vez que neste âmbito ainda existe muito trabalho a fazer, sobretudo ao nível das famílias, de forma a capacitá-las no sentido de estas serem capazes de utilizarem mais eficazmente as redes de apoio (formal e informal) que têm ao seu dispor, no sentido de obterem uma melhor qualidade de vida.
    Para que este trabalho seja possível é necessário um trabalho de equipa transdisciplinar, que se deve desenvolver conjuntamente com a família, que é um importante aliado em todo este processo.
    Deste modo, todas as temáticas abordadas nas aulas foram de cariz teórico-prático, dando-se especial enfoque aos exercícios/actividades práticas bem como a análise de casos reais, o que nos facilitou a aprendizagem. Aliada a esta aprendizagem activa, estava a capacidade oradora, o dinamismo, a agilidade da professora Celmira, que nos cativava para o tema em causa.
    Em suma, as aulas foram excelentes, pena foi o facto de algumas pessoas estarem sempre a fazerem “barulho”, o que impedia os alunos que estavam interessados de assimilarem novos conhecimentos. Deixo uma sugestão: estas aulas deveriam ter mais sessões, na medida em que as que tivemos foram insuficientes para abordar a extensa temática da IP.
    Nunca nos devemos esquecer: “A nossa missão não é julgar o que é justo ou injusto: é apenas ajudar” (Teresa de Calcutá). Felicidade e Sucesso a todos !
    Carla Barbosa
    ISCE Felgueiras

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  30. Joana Filipa silva Ribeiro31 de maio de 2011 às 06:29

    Bom dia!
    Começo por felicitar a Professora Celmira pelo fantástico Blog que apresenta!
    De facto a importância da Intervenção Precoce é notória, trazendo boas perspectivas e mudanças no seio familiar.
    Esta só consegue realmente ser bem consumada se houver um bom desenvolvimento da qualidade e competência da equipa, além do suporte emocional de trabalho, que por vezes é bastante duro.
    No entanto, todas as aulas dadas foram de interesse comum, práticas, sugestivas e dinâmicas, alertando-nos sempre para o impacto da boa prática para o sucesso das crianças e famílias que possam vir a precisar da nossa ajuda!
    “As melhores e mais bonitas coisas neste mundo não podem ser vistas nem ouvidas, mas precisam de ser sentidas com o coração.” Helen Keller
    Bem hajam…

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  31. Sou licenciada em Educação de Infância, e em toda a minha formação tive muito pouco contacto com o que é lidar com uma criança com necessidades educativas especiais. Tive unicamente, no 3º ano, uma disciplina que abordou as várias patologias existentes, mas não a forma como proceder, para fazer uma intervenção.
    Com o final do curso e a possibilidade de ter “estes alunos” senti muitas lacunas, medo até… como é que eu iria proceder? O que teria que fazer se tivesse um aluno com NEE?
    Foi por este motivo que decidi continuar a minha formação e inscrevi-me no Mestrado em educação especial – domínio cognitivo motor.
    Ao longo de todo este ano, já descobri muitas coisas as quais não fazia ideia de que pudessem ser possíveis, uma delas foi “intervenção precoce”.
    Somos nós enquanto educadores que vamos “decidir” o futuro destas crianças e se não as sinalizarmos a tempo, algumas podem perder a oportunidade de evoluir, pois somos nós que estamos com elas desde que elas deixam o “ceio” familiar.
    Nas aulas de Intervenção Educativa Precoce tive oportunidade de aprender diversos conteúdos, tais como, a forma correcta para sinalizar uma criança com NEE; aprendi a elaborar um PIIP; percebi qual o modelo de intervenção que devemos optar; e acima de tudo, que a intervenção deve ser centrada na família e não na criança.
    A professora Celmira despertou em nós uma sensibilidade e força que é necessário para lidar com estas situações. Situações estas que nos podemos deparar na nossa vida enquanto educadores (creche ou infantário) e enquanto pais (um dia podemos ser nós os pais de uma criança “especial”).

    Para finalizar, deixo um poema, o qual não consegui descobrir o autor, mas que se adequa àquilo de que tanto falamos nas aulas.

    "Ser deficiente...
    Não é ser deficiência física ou psicológica
    É deficiência de ideias incessantemente
    De raciocínios sem lógica.
    Amar e ser amado por quem somos
    Deficiências todos temos
    De ideias e preconceitos
    Todos humanos, todos com defeitos
    Amar e ser amado
    Lutar e ser lutador
    Vencer a luta duma dor inesquecida.
    Um amor verdadeiro
    Uma inocência na deficiência
    Lutadores e vencedores
    Lutar contra o vencedor da partida
    Mas vencedores da vida.
    Conhecedores da sobrevivência
    Todos lutadores
    Contra a luta e contra as dores.
    Um viver e renascer
    Na luta vida vencer". (autor desconhecido)


    ____________________________________

    Patrícia da Conceição Pinto da Cunha

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  32. Olá a todos.
    A unidade curricular de Intervenção Educativa Precoce foi sem dúvida, uma experiência de aprendizagem diferente neste mestrado. Em primeiro lugar porque nos proporcionou um maior e melhor conhecimento nesta área, mostrando-nos o quanto é importante uma intervenção o mais precocemente possível. Agora sabemos um pouco melhor o quanto é importante uma resposta adequada, com numa intervenção centrada na família e baseada num modelo de organização transdisciplinar. Depois, porque nos facultou uma série de capacidades e competências exequíveis para a acção no terreno. Por último, pela sua vertente prática, que rompeu com o tradicionalismo das aulas demasiadamente expositivas.
    Existiram momentos de partilha, de discussão e de troca de experiência que nos deram uma perspectiva diferente sobre a "diferença" e que nos ajudarão a ter um olhar mais atento e uma postura mais dinâmica...
    Andreia Patrícia Sousa

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  33. A criança se for devidamente estimulada, acarinhada e percebida como um todo, muitos dos problemas podem ser atenuados e até ser evitados se existir uma intervenção o mais precoce possível. Por isso é que se a problemática for detectada nos primeiros anos de vida, a criança tem grandes hipóteses de construir novas aprendizagens. Nesta perspectiva, o meio é grande responsável pelo fornecimento de estímulos para que essa aprendizagem se processe de uma forma mais adequada e profícua.
    Desta forma, a intervenção precoce deve ser encarada, actualmente, como um conjunto de práticas em rede que equacionam respostas para determinada criança enquanto entidade social. Assim sendo, há que se fazer uma intervenção centrada na família, baseada nos recursos da comunidade e desenvolvida por equipas interdisciplinares.
    Luísa Maria Novais Arroja
    ISCE 1º ano

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  34. Olá, Boa Noite….
    A disciplina de IEP foi indiscutivelmente marcante no sentido de me elucidar o quão importante e determinante pode ser na vida de uma criança a Intervenção Precoce. Foi através da disciplina e, muito provavelmente, pela forma como foi abordada que fui capaz de perceber o papel que a família desempenha/acarreta na criança com NEE.
    Para eles e por eles deve a escola e os técnicos que integram a Educação especial mobilizar-se, apoiando-os para que estes saibam agir e saibam por onde partir.
    O caminho faz-se caminhando e estes pais percorrem diariamente um trajecto, por vezes, abrupto e longínquo, onde a luta pelos seus vale sempre a pena.
    Bem hajam as famílias que lutam pelos seus e bem hajam todos aqueles que, trabalhando com estas crianças sabem dar com o coração, sabem dar com amor.
    Andreia Maria da Fonseca Alves

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  35. Olá! A frequência deste mestrado abriu-me os horizontes como pai, professor do ensino regular e futuramente do ensino especial. Tenho vindo a ser confrontado com informações/formações preciosas e quando exercemos uma profissão com vocação, olhamos para os sorrisos dos filhos de alguém vendo espelhados os sorrisos dos nossos filhos só podemos pensar na importância do nosso papel na sociedade. Queremos aprender cada vez mais e melhor na certeza de que estando bem preparados e predispostos para ajudar os outros nos estamos a ajudar a nós próprios, qual sentimento de amor ao próximo, de realização pessoal de dever cumprido. Hoje penso de forma diferente, também esta disciplina de IP tem sido fundamental nesta aprendizagem pois tem-me vindo a elucidar para a importância do papel da família no desenvolvimento global de uma criança com NEE e de um diagnóstico e intervenção atempados. Mas para tal a família deve ser também ela estudada por profissionais, apoiada, ajudada, ensinada e adequadamente preparada para que estes pais/família se tornem eles próprios autónomos e agentes mobilizadores e facilitadores deste processo. Agradeço a aprendizagem e os ensinamentos que me têm sido facultados.

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  36. Olá boa noite!
    Vim para este mestrado com o intuito de aprofundar os meus conhecimentos sobre o ensino especial e sobre as diversas patologias existentes, e esta disciplina como parte integrante deste mestrado veio-me elucidar sobre uma realidade e sobre um aspecto fulcral no desenvolvimento harmonioso das crianças portadoras de NEE, que é a intervenção precoce no seio familiar. Pensava eu que esta intervenção precoce fosse centrada na criança uma vez que é ela a portadora de uma deficiência, mas actualmente, através das aulas e das OAS por mim realizadas aprofundei os meus conhecimentos derivados do senso comum e verifiquei que tem muito mais lógica e sentido a intervenção precoce ser realizada no seio familiar de forma a preparar a família a saber lidar com a criança "diferente", com as suas limitações e como podem estruturar o funcionamento familiar em função da criança para que esta cresça num ambiente o mais confortável e acolhedor possível e que propicie o desenvolvimento da criança. Fiquei igualmente a saber que para a intervenção precoce ter sucesso, deverá ser realizada de acordo com as premissas do modelo transdisciplinar.
    Além destes aspectos todos que mencionei anteriormente, foi importante saber como funciona o PIIP, quando e como deve ser estruturado, quem deve participar activamente neste plano e o que implica saber para poder construir o PIIP.
    Para terminar, penso que as aulas e os trabalhos realizados no âmbito da disciplina de intervenção precoce se revelaram de extrema importância pois permitiu a aquisição e o enriquecimento do nosso conhecimento sobre trabalho a desenvolver com crianças portadoras. Foi igualmente interessante a forma apaixonada com que a professora Celmira partilhou/transmitiu o seu saber e o seu trabalho realizado ao longo destes anos nesta área.
    Cumprimentos,

    César Teixeira
    ISCE 1ºAno

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  37. Todos os pais quando os seus filhos nascem têm expectativas bastante positivas em relação a eles e começam mesmo a imaginar o seu futuro. Como educadores devemos ajudar todos os educandos a lidarem com a diferença do seu filho de modo a que as crianças se sintam amadas e consigam viver plenamente.
    A disciplina de Intervenção Educativa Precoce, através da partilha e troca de opiniões, ajudou precisamente a adoptar medidas e procedimentos em situações cuja intervenção seja necessária.
    Márcia Silva

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  38. Boa noite!

    A Natureza é Divina... criar um Ser tão perfeito e complexo...
    Ser mãe é único!!Acredito que não há boas nem más mães, todas nós pensamos fazer o melhor. Durante nove meses protegemos a nossa criança de tudo e todos.Fazemos planos, tentamos imaginar a sua fisionomia até ao último pormenor.Quando cortamos o cordão umbilical tudo muda... Ela não depende apenas de nós...
    Mas de um conjunto de profissionais que irão, também, proporcionar o bem estar da criança e da família.
    Com esta disciplina aprendi que também eu, como profissional tenho uma grande responsabilidade perante estas crianças e sobretudo dessas famílias. uma vez que a intervenção precoce se centra na família.É sem duvida com a ajuda de pessoas dedicadas a estas crianças e estas famílias que lhes proporcionam uma vida digna e muitos momentos de felicidade. Apesar de se ter feito muito, ainda há um longo caminho a percorrer. Nem sempre podemos proporcionar o merecido devidos às burucracias.No entanto é com estas crianças que aprendi algumas lições de vida.Agradeço à professora celmira a sua determinação como profissional pelas experiência que nos tem transmitido.
    "Ninguém escapa ao sonho de voar, de ultrapassar os limites do espaço onde nasceu, de ver novos lugares e novas gentes. mas saber ver em cada coisa, em cada pessoa, aquele algo que a define como especial, um objecto singular, um amigo, -é fundamental. Navegar é preciso, reconhecer o valor das coisas e das pessoas, é mais preciso ainda." O principezinho

    Rosa Ferreira

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  39. Olá!
    A disciplina de Intervenção precoce, em geral, e a professora Celmira, em particular, contribuíram de forma muito positiva para o meu crescimento humano e como profissional da Educação.
    Sinto-me hoje uma pessoa mais sensibilizada em relação não só aos meninos "especiais" mas, sobretudo em relação aos seus pais e família. Descobri uma nova perspectiva, um outro ponto de vista.
    Sei que não serei mãe biológica, mas quero um dia ser mãe e não consigo parar de pensar como será o momento da descoberta do diagnóstico!
    Graças ao que aprendi, espero ser uma profissional mais capaz e mais à escuta das necessidades dos meninos, mas também dos pais... afinal eles também são uns pais "especiais"
    Obrigada.
    Susana Marona

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  40. O nascimento de uma criança implica alterações no seio da família. Estas são mais exigentes quando se trata de uma criança com necessidades educativas especiais.
    São inúmeras as expectativas criadas com o nascimento de um filho e mesmo com um novo membro na família. Os pais que já desenharam e sonharam com tantos objectivos para aquele filho, ficam completamente aniquilados com um diagnóstico inesperado. Quem quer ter um filho assim? Por muito que se tente exprimir a aceitação, cada pai sente uma miscelânea composta pelo surto de alegria de ter nos braços algo que traduz a felicidade suprema de ser pai, arrebatada pela frustração e tristeza de ter criado um ser que se desejava com outras características. Qual é o pai que fica indiferente a ver um filho crescer agarrado às suas limitações? Por muito que se tente ser PAI ou MÃE em todos os momentos da vida do filho, haverá vacilações, angústias e uma grande decepção.
    É certo que ao longo do tempo houve mudanças e, para algumas destas crianças o futuro adivinha-se mais risonho. Refiro “algumas crianças” pois, ainda muitas delas, ficam prisioneiras das suas limitações. Muitas das vezes nem sequer lhes são oferecidas as mais insignificantes condições de vida.
    A intervenção precoce, neste sentido, desempenha um papel fundamental. Qualquer criança, se estimulada precocemente terá um desenvolvimento que não será alcançado de outro forma. Para tal, contribui essencialmente um esforço de todos os profissionais envolvidos neste processo, que trabalhando em conjunto com a família (e nunca descurando que todas as práticas deverão centrar-se na família) proporcionarão uma melhor qualidade de vida à criança e à família.
    A disciplina de Intervenção Educativa Precoce proporcionou o conhecimento e o despertar para cada aspecto que descrevi e tantos outros, com os quais sou confrontada no quotidiano e tantas vezes eram indiferenciados. Esta disciplina e, de um modo geral, o mestrado, incutiram-me uma forma de observar e actuar a realidade com que me deparo, que jamais será a mesma. Esta responsabilidade é minha e todos aqueles que se cruzaram nesta aprendizagem.

    Maria do Rosário Peixoto
    ISCE Felgueiras

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  41. Olá Professora!
    Gostei muito de visitar o seu blog, mas principalmente de assistir às suas aulas. Estas na minha opinião foram cruciais para a nossa formação pois tivemos a oportunidade de compreender melhor o que é a Intervenção Precoce bem como saber como lidar melhor com familiares e crianças com necessidades.
    As suas dicas foram muito importantes para que no futuro sejamos melhores profissionais e lidemos com algumas situações de forma diferente.
    Desde já o meu muito obrigada!
    Beijinhos
    Carla Pimenta

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  42. Todas as crianças são especiais, mas algumas precisam de um apoio, de um olhar, de uma atenção especial, … as criança com necessidades educativas especiais precisam sobretudo do amor dos seus pais. Algumas vezes, os pais ficam tão absorvidos pela necessidade de estimular o seu filho e compensar a sua deficiência que acabam por se esquecer de gostar dele como ser humano. Quando uma criança vê que os seus pais gostam de estar com ela, ela aumenta o valor que dá a si própria. A família é o principal foco da Intervenção Precoce e esta cadeira têm contribuído e muito para os meus conhecimentos face a esta temática.

    J. Camilo Dias
    I.S.C.E. FLG

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  43. Ao longo das aulas de Intervenção Precoce, muitas coisas aprendemos,passando a estar mais sensiveis e atentos a determinados aspectos.É de facto uma área ainda um pouco esquecida, mas de extrema importância, daí que seja crucial a nossa formação como educadores e a divulgação do que aprendemos.
    É importante salientar que Intervenção Precoce deve começar o mais cedo possível porque:
    quanto mais cedo se iniciar a intervenção maior é potencial de desenvolvimento de cada criança; para proporcionar apoio e assistência à família nos momentos mais críticos; para maximizar os benefícios sociais da criança e da família.
    É fulcral a atenção e o trabalho de todos os intervenientes como uma equipa que trabalha para o mesmo fim!
    Sílvia Pereira
    ISCE FElGUEIRAS

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  44. Olá a todos!
    Em primeiro lugar, aproveito o momento para dizer que foi um prazer partilhar convosco todo o aprendizado desenvolvido ao longo do ano lectivo, desejando-vos, desde já excelentes férias (julgo que bem as merecemos)!!
    No que concerne à Unidade Curricular de Intervenção Educativa Precoce, considero que a abordagem feita ao tema foi bastante pertinente, concordando inteiramente com a colega Silina no que concerne à escassa carga horária distribuída.
    O debate estabelecido nas aulas, fez-me repensar com mais atenção sobre o real papel das famílias na vida escolar e social das crianças portadoras de NEE.
    Deve ser agressivo para uma família o contacto com um diagnóstico que estabeleça limitações na sua criança, sendo crucial desenvolver um processo interventivo para a mesma (família), mobilizando todos os recursos existentes ou possíveis, no sentido de criar estabilidade emocional para encarar esta dura realidade e o bem - estar de todos.
    Assim, nos dias que correm, é premente respeitar cada vez mais o princípio de uma escola para todos e consequentemente a integração e participação social digna da criança desde tenra idade, daí a necessidade de dotar a família para que esta assuma com responsabilidade o papel de 1º agente de socialização.
    Em suma, é crucial desenvolver um diagnóstico e subsequente intervenção precoce, de forma a dar respostas adequadas às crianças e seus familiares, dotando-os de competências para que eles mesmos se tornem agentes mobilizadores da sua própria mudança.

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  45. Boa tarde a todos:
    A unidade curricular Intervenção Educativa Precoce proporcionou um maior e melhor conhecimento na área de Intervenção Precoce, mostrando o quanto é importante uma intervenção o mais precocemente possível. Esta unidade foi sem dúvida, uma experiência de aprendizagem diferente neste mestrado.
    O trabalho das equipas de Intervenção Precoce (IP) é crucial, focado na família corresponde a um padrão que tem por base a melhoria de qualidade de vida da criança no seu núcleo familiar, numa dinâmica contínua, gerada a partir das características de todos os membros constituintes das famílias e das interacções estabelecidas entre si e os sistemas que os rodeiam.
    Cada família é exclusiva, com prioridades diferentes e necessidades específicas, exigindo aos profissionais uma atitude e aproximação diferenciadas para cada caso, não seguindo protótipos fixos.
    É necessário saber diagnosticar, avaliar e intervir nas perturbações do desenvolvimento das crianças, para que estas possam obter sucesso na sua caminhada…por vezes pequenas mudanças psico-pedagógicas, talvez conduzam a mudanças significativas na qualidade de vida destes alunos e respectivas famílias.

    Isabel Machado

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  46. A disciplina, Intervenção Educativa Precoce, foi gratificante para a minha prática pedagógica, compreendi que quando detectado um problema de desenvolvimento na criança é fundamental intervir o mais precocemente possível com esta e com a familia, para uma melhor eficácia a todos os níveis, minimizando assim mais tarde dificuldades de aprendizagens e de desenvolvimento a todos os níveis.

    Helena Teixeira

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  47. A intervenção precoce deverá ser vista como uma semente que precisa de der regada e cultivada com todos os fertilizantes necessários para um crescimento saudável, pois o simples acto de semear não se revela suficiente para o seu processo de germinação.

    Oscarina Silva

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  48. Começo por aproveitar para deixar aqui o meu muito obrigada à Professora Celmira. Os conteúdos programáticos transmitidos ao longo das suas aulas mostraram-se essenciais na minha prática pedagógica implementada em Jardim-de-Infância.
    Revela-se de estrema importância estarmos alerta a toda e qualquer evidência, pois a Intervenção Precoce é fundamental para proporcionar o desenvolvimento das capacidades de cada criança.
    O envolvimento em parceria com todos os profissionais, procuram colmatar os problemas encontrados pela família que se depara com uma criança com NEE.

    Susana Margarida Teixeira Fernandes

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  49. Na disciplina de Intervenção Precoce foram abordadas diversas variáveis que estão subjacentes ao trabalho com as famílias. No decorrer do semestre que agora termina foi-me possível, para além de assimilar os conceitos, perspectivar que acções assumir, como forma de ir modificando pensamentos (os meus, das famílias, das entidades patronais, do sistema) no sentido de não estagnar num sistema imperfeito mas onde todos adoptamos posições. Através da realização dos diferentes trabalhos nesta disciplina, permitiu-me sentir que as dificuldades da intervenção com as famílias estão presentes e são muitas mas, quando centrado na criança, pelo insucesso na modificação de comportamentos, é igualmente difícil. A atitude de intervir o quanto antes e com todos os elementos significativos para a criança com NEE…Deixo aqui o meu agradecimento à Professora Celmira por todo o conhecimento transmitido que contribuiu como molde muito positivo para o meu crescimento humano e como profissional em educação de infância!

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  50. A Intervenção Precoce deve ser vista como o alicerce que dará sustentabilidade às crianças que, em tenra idade, revelam fragilidades no seu desenvolvimento ou se apresentam em risco. Assim, a I.P. será o veículo para a construção de uma intervenção eficaz e coesa.

    Andreia Quitéria Silva

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  51. A disciplina de Intervenção Precoce revestiu-se de particular importância dado a reflexão e aprofundamento de conhecimentos adquiridos neste âmbito. As pesquisas efectudadas nesta disciplina, bem como as aulas da Professora contribuiram para uma melhoria na nossa formação, quer como professores do ensino regular, quer como professores da educação especial. Permitiu conhecer diversas estratégias/métodos a implementar para uma acção mais eficaz.
    Na minha opinião a Intervenção Educativa Precoce é a base da Educação Especial pois quanto mais cedo se iniciar a intervenção, maior é o potencial de desenvolvimento da criança.

    Elisabete Carneiro

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  52. A Intervenção Precoce enquanto disciplina curricular visa demonstrar as boas práticas nesta área, de forma a complementar a formação dos profissionais que pretendam trabalhar com crianças que apresentem diversas patologias, bem como accionar todos os meios necessários, quer para a criança quer para a sua família.Neste sentido, foram abordados no contexto sala de aula um conjunto de saberes e de métodos que devemos aprofundar e trabalhar desde o momento em que a criança é referenciada, visando sempre uma intervenção o mais eficaz possível.
    Não devemos esquecer, igualmente, o papel da família neste processo, pois é crucial que haja envolvência da mesma e um trabalho conjunto e de cooperação entre os técnicos que trabalham com a criança e a sua família, de forma a contribuir para um bom desenvolvimento, quer físico e emocional quer cognitivo da criança.

    Liliana Patrícia Costa

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  53. Como profissional de Educação de Infância tenho de agradecer à Prof Celmira pela partilha de experiências,conhecimentos,entrega e dinamismo dado às aulas. Esta Unidade Curricular, Intervenção Educativa Precoce, abriu novos horizontes e sem dúvida enriqueceu a minha prática pedagógica, pois a maioria das aprendizagens acontecem no período pré-escolar, daí ser essencial saber intervir nesta fase!

    Lia Pinto
    Isce

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  54. A todos os pais que partilharam as suas vivências tornando assim possível uma melhor sensibilização e um outro olhar para os pais/famílias com crianças com NEE, dando assim sentido e reforçando um dos objectivos da IPI.
    Um agradecimento á professora que soube transmitir estes, revelando a necessidade de reformular conceitos pré-formulados e incentivar a fazer algo mais.
    A todos os colegas, paciência, persistência e carinho, pois irão necessitar caso sigam esta vertente a nível profissional.

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  55. Olá a todos!
    Penso que com as aulas de Intervenção Educativa Precoce, nos apercebemos de uma realidade que nos era até então desconhecida, e pela qual várias famílias se deparam quando são confrontadas com um filho com problemas que irão condicionar o seu normal desenvolvimento. Nesses momentos de reflexão tentei colocar-me no seu lugar e perceber as barreiras que lhes são colocadas devido, principalmente, à falta de recursos (formais) e à dificuldade que existe em trabalhar em equipa quando se trata de intervir precocemente. Penso que está em cada um de nós a resposta e força para tentar ajudar estas famílias, pois por cada uma que possamos ajudar é já uma conquista, na procura de uma mudança de mentalidades!

    13 de Julho de 2011
    ISCE

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  56. Olá a todos!
    Quando uma família recebe um diagnóstico onde se refere que o(a) seu(ua) filho(a) tem algum tipo de incapacidade ou deficiência, além de ter dificuldade em gerir emocionalmente a questão, tem de aprender e reestruturar o funcionamento de sistema familiar.É neste panorama que a Intervenção Educativa Precoce (IEP) ganha sentido, quando direcionada para a criança com necessidades educativas (NE) e para a sua família.O objectivo crucial da IEP é accionar todos os mecanismos possíveis no apoio social e educativo a estas famílias accionando o envolvimento entre estas e os profissionais construindo assim uma escola democrática para todos.
    A diferença não está em quem a tem mas sim nos olhos de quem a vê!
    É com este pensamento que deixo um enorme agradecimento à Prof.Celmira, por nos fazer ver e acreditar que é sempre possível fazermos mais e melhor em prol de todos aqueles que não são diferentes mas sim especiais.
    Aos colegas, deixo uma palavra "Dedicação" será sempre a semente do vosso sucesso.

    Ivone Maria Lima de Sousa
    ISCE - Felgueiras
    15 de Julho de 2011

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  57. Olá!
    É importante relembrar que antigamente a IP centrava-se na criança, agora centra-se na família.Os pais são co-terapeutas dos filhos. Actualmente, as famílias funcionam como mediadoras entre o indivíduo e a sociedade.
    Hoje em dia, a influência que a família, vizinhos e amigos desempenham em providenciar estruturas de apoio no auxílio às complexas tarefas dos pais.
    Os programas da IP devem decorrer no meio onde vive a criança que é normalmente sinalizada no jardim-de-infância ou pela própria família. Para se obterem os melhores resultados, estes programas devem iniciar-se o mais cedo possível, devem ser estrururados e adaptados ao problema da criança e devem ter em conta o máximo envolvimento dos pais.

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  58. A unidade curricular: Intervenção Educativa Precoce foi relevante por ter proporcionado um referencial teórico e metodológico indispensável para a intervenção educativa precoce. Esta UC foi desenvolvida com base numa metodologia dialógica, ativa, e criativa que possibilitou a partilha de experiências e a reflexão sobre casos de crianças com necessidades educativas, no sentido de fomentar nos discentes um processo de consciencialização e entendimento sobre questões relacionadas com a intervenção precoce, centradas na família e na comunidade, uma característica das abordagens transdisciplinares.

    Doutora Celmira Marques muito obrigada pela partilha, pelos saberes transmitidos e construídos!

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