sábado, 10 de novembro de 2012

Deixo este espaço para os formandos/as (alunos/as) do Mestrado e Pós Graduação do ISCE (Instituto Superior de Ciências Educativas) de Felgueiras, expressaram as suas opiniões sobre as aulas de Intervenção Precoce na Infância e Formação Parental.


16 comentários:

  1. Estas aulas, permitem sobretudo reflectir sobre a nossa prática pedagógica, no trabalho realizado com os alunos e sobretudo com as famílias desses alunos.
    Estaremos a encarar cada família como única com a sua especificidade, o seu sofrimento, angustia, dificuldades, organização, etc.
    Importa pensar, se estamos a capacitar estas famílias para lidarem o melhor possível com esta realidade, quando os profissionais não estão.
    E também perceber até que ponto estamos a envolver todos os agentes de forma ativa no processo de cada aluno, bem como todos os recursos formais e informais existentes, conscientes, de que, seja qual for a alteração verificada em casa um dos contextos ou sistemas no qual esta criança/família está inserida, vai provocar mudanças em todos os outros.
    É necessário pensar e intervir de forma global, para que, se possa verificar uma verdadeira inclusão e normalizar o máximo possível a vida de cada criança com NE.
    Obrigada pelos ensinamentos, pela partilha de conhecimentos e experiencia!

    Lurdes Nunes

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  2. Nas aulas de Intervenção Educativa Precoce são tratados e debatidos vários assuntos relacionados com a IP, tendo sempre por base que a mesma deverá ser centrada na família e não exclusivamente na criança.
    Assim, esta atenção centrada na família deve começar logo no momento em que se transmite o diagnóstico. De facto, a ocasião, o tipo de informação e a forma como esta é transmitida poderá deixar marcas que ficarão para toda a vida. Depois, devendo a IP estar centrada na família, o profissional de IP deve preocupar-se com as verdadeiras necessidades da família e deve tentar identificar os recursos disponíveis para que essas necessidades sejam satisfeitas, sendo pois a rede de apoio formal e informal de muita importância. A Associação Leque é um exemplo de um recurso de extrema importância que tem permitido melhorar a qualidade de vida de muitas famílias.
    Como nunca trabalhei em Intervenção Precoce, as aulas permitiram-me refletir sobre estes pontos que apresento, assim como aumentar o meu conhecimento relativamente a alguns aspetos que até então me eram alheios. Certamente, os ensinamentos de uma pessoa com uma experiência tão vasta como a professora Celmira Macedo serão muito úteis para qualquer um dos alunos do Mestrado em Educação Especial.

    Fátima Costa

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  3. A forma como se problematiza a questão da intervenção precoce, as imagens sugestivas, as palavras, os gestos, as metodologias...fizeram com que as aulas de IP me suscitassem um elevado interesse, quer a nível das temáticas em si, quer a nível de um melhor entendimento de certas atitudes por parte de "quem sofre com um diagnóstico". De facto, apercebi-me de que é essencial intervir o mais precocemente possível, quando se deteta alguma disfunção. E a importância de enfoque ser dada à família, faz todo o sentido para mim. A família é que sofre o choque, é que vê as suas estruturas abaladas...uma criança, muitas vezes, mesmo que sofra de alguma patologia, pode e é feliz! E os pais? Ora, é a eles que temos de socorrer; é prioritário capacitar as famílias, ajudá-las a retirar os aspetos positivos da sua situação...
    Enfim, importa pensar e repensar se é isso que está a ser feito! Hoje em dia, julgo que ainda há um desconhecimento das redes de apoio formal existentes e isso dificulta o processo. Não obstante as dificuldades, é preciso agir, é preciso ativar recursos quer formais, quer informais, promover a "formação de pais". Esta Escola é um exemplo, é um sucesso, e seria ótimo alargar esta iniciativa a outras regiões!
    Parabéns pelo trabalho desenvolvido e obrigada pelos ensinamentos, pela capacidade de nos tocar e incentivar a adotar práticas de promoção de uma EDUCAÇÃO PELA (IN) DIFERENÇA.

    Sara Maia Carvalho
    24 de Novembro de 2012

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  4. As aulas de Intervenção Precoce na Infância para além da riqueza dos conteúdos abordados levaram-me a refletir sobre todos os miúdos com que trabalhei, em contexto de sala de aula, ao longo dos últimos 10 anos. Sinto que os vejo agora de uma forma um pouco diferente assim como verei os que encontrar no futuro, mas sem sombra dúvida a forma como olho para as famílias destes miúdos mudou completamente. Esta disciplina ajudou-me a compreender que a família é quem melhor conhece a criança e como tal a IP tem de nela estar centrada.
    Aproveito para dar os Parabéns pelo trabalho desenvolvido na Associação.
    Já agora, não abrande o ritmo!

    Tarcísio Sousa

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  5. Esta disciplina favoreceu para clarificar uma preocupação que nasceu no âmbito profissional, ao deparar que a falta de intervenção pode conduzir a um agravamento das características da deficiência da criança.
    Fiquei consciente que, compete-nos a nós, Educadores, estar atentos a todos e qualquer sinal de que a intervenção está a ser a mais adequada e de que forma podemos contribuir para uma melhoria das condições de vida e aprendizagem da criança com necessidades educativas especiais, tendo sempre em vista a sua inclusão e sucesso na vida quotidiana.
    Assim, nos nossos dias acresce a preocupação com a intervenção precoce, de forma a reduzir/evitar os efeitos e incapacidades secundárias da deficiência. Pois, uma intervenção precoce certamente suavizará o caminho que os pais e a criança terão de percorrer.

    Cláudia Campos
    29 de Novembro 2012

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  6. As aulas são muito interessantes e dinâmicas porque são momentos de partilha e de reflexão sobre as nossas práticas. Penso que o objetivo destas aulas é perceber o que é e como funciona a Intervenção Precoce mas também partilhar boas práticas. Levam-nos a pensar e a entender o porquê de certas atitudes por parte de quem recebe um diagnóstico e qual a importância de a intervenção ser centrada na família e não exclusivamente na criança. Permitem refletir sobre a importância de capacitar as famílias para lidarem com a problemática dos seus filhos e sobre a importância das equipas trabalharem de forma transdisciplinar.
    Penso que os profissionais devem ter muita sensibilidade no momento e na forma como transmitem o diagnóstico às famílias! Para efetuarmos uma intervenção eficaz, temos de intervir no global porque se a família não estiver bem a criança também não poderá estar. O segredo da intervenção é conseguir um maior envolvimento familiar, por forma a capacitar estas famílias para que se tornem mais autónomas e autossuficientes. Intervir precocemente pode prevenir e/ou minimizar futuras dificuldades. Trabalhar de forma transdisciplinar permite uma partilha constante onde todos trabalham e todos aprendem. A Intervenção Precoce deve proporcionar às famílias apoios e recursos, formais e informais, que vão influenciar direta ou indiretamente o funcionamento da criança e de toda a família. A Associação LEQUE é um exemplo de sucesso de boas práticas educativas que deve ser seguido por todos nós porque tem conseguido melhorar a qualidade de vida de muitas famílias!
    Com esta partilha de experiências e conhecimentos, tenho aprendido muito e vou certamente melhorar a minha prática pedagógica! São aulas que nos fazem crescer e nos levam a olhar com mais atenção para as nossas crianças e as suas famílias. Parabéns pela forma como conduz as aulas e apresenta as temáticas porque conseguiu despertar o nosso interesse e sensibilizar para a adoção de boas práticas educativas… Continuação de um bom trabalho!

    Célia Moura
    29 de Novembro de 2012

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  7. Cada vez mais, é fundamental que o professor conheça a realidade das suas crianças e das respectivas famílias, para agir de forma eficaz e de encontro às suas necessidades efetivas.
    É certo, que a gravidez é um processo de mudança na vida de qualquer casal. A partir da descoberta da gestação, ambos idealizam um filho “perfeito”, com as melhores características de cada um. O nascimento de uma criança especial, representa ter que lidar com um filho diferente daquele que foi planeado e altera a dinâmica e organização da família. Na maior parte das vezes, os pais não estão preparados para lidar com a situação. O que era para ser um momento de felicidade, passa a ser permeado por uma atmosfera de frustrações, angústias, dúvidas e receios. É preciso saber transmitir, respeitar os sentimentos e as atitudes de cada família, dando-lhe tempo para superar o choque .
    Na unidade curricular, Intervenção Educativa Precoce, a transmissão de saberes e de reflexão conjunta permitiu compreender a importância da intervenção precoce na criança e do papel fundamental da família em todo o desenrolar do processo. Como tal, a família deve ter sempre uma voz ativa em todas as decisões, mas para isso, é necessário que a equipa responsável pela criança inspire confiança e tranquilize a mesma. Quanto mais cedo se atuar na problemática da criança, mais cedo são trabalhadas e desenvolvidas as suas potencialidades, bem como, os resultados serão mais significativos quando todos trabalham para o mesmo fim.
    Estou plenamente ciente que para ser professor implica uma enorme dedicação para se alcançar um resultado final com qualidade, por isso, é preciso investir, ganhar gosto pelo que fazemos, ensinar, partilhar saberes, despertar curiosidades, inovar… e a professora Celmira está de parabéns pelo belíssimo trabalho que tem desenvolvido.
    Cada vez mais, concordo com afirmação de Jean-Baptiste Poquelin: “Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer.”

    Sandra Dias

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  8. AS aulas de Intervenção Precoce foram bastante gratificantes para nossa vida futura, uma vez que, para além da partilha criada com os colegas, a professora Celmira, está de parabéns, pelo excelente trabalho desempenhado connosco nas aulas. Proporcionou-nos momentos de reflexão e debates sobre certas atitudes a tomar quer com as crianças com necessidades educativas especiais, quer com as famílias destas.
    Estou consciente de que o nosso papel é extremamente importante no processo de ensino aprendizagem dos alunos com necessidades educativas especiais, por isso devemos ter gosto e dedicação naquilo que fazemos, para no final sentirmos que todo o nosso trabalho foi bem conseguido e que respondemos às necessidades sentidas por essas crianças.
    É de salientar o papel dado às famílias, uma vez que é no seio destas que as crianças se desenvolvem, por isso devem ser agentes activos na educação dos seus filhos.

    Vera Teixeira

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  9. As temáticas que foram tratadas nestas aulas contribuíram, acima de tudo, para o processo auto – reflexivo da nossa prática pedagógica. Abordamos questões da educação especial, desde o seu princípio, desde o seu “nascimento”: Questões centradas na Família: Como se deverá dar um diagnóstico? Como se recebe um diagnóstico? Como se aceita/lida com o diagnóstico? Que impacto tem o diagnóstico no sistema familiar? Quais as consequências …as emoções… os sentimentos …?
    Apercebemo-nos assim da pertinência da Intervenção Precoce que tem em consideração não só o desenvolvimento global da criança, reconhecendo, desta forma, a importância que a ciência tem dado aos primeiros tempos da criança, mas também o “desenvolvimento” da família e do contexto que a rodeia.
    Assim sendo, confrontamo-nos com as questões/ problemáticas iniciais com que se deparam as famílias, com o modelo de intervenção centrado na família e na comunidade, com as equipas transdisciplinares que encaram a pessoa como um “todo”, bem como com o enquadramento legal da IP, «como um conjunto de medidas de apoio integrado centrado na criança e na família, que inclui acções de natureza preventiva e reabilitativa, designadamente no âmbito da educação, da saúde da acção social. (Decreto-Lei n.º 281/2009)
    Refletir sobre esta primeira e “pioneira” intervenção, bem como no seu modelo centrado na família, permitiu-nos questionar se este não deveria ser alargado ou extensível aos anos seguintes: porquê só nos primeiros seis anos de vida?
    De facto, só com este modelo de intervenção é possível ter em conta o desenvolvimento global da criança. Só desta forma é possível potenciar o fortalecimento de redes formais e informais, explorando novas fontes de serviços e de assistência para capacitar as famílias para a procura e gestão dos recursos que satisfaçam as necessidades do sistema familiar.
    Trata-se, portanto, de conhecer para capacitar, corresponsabilizar e fortalecer!
    A meta? …. O cume? ... O auge? ...
    Será a completa autonomização da família…
    Parabéns pelo trabalho que tem realizado!
    Obrigada por ter proporcionado estes momentos auto – reflexivos, pela partilha do saber “de experiência feito” e pelo entusiasmo que ficou…

    La Salete Ferreira
    30-11-2012

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  10. Nota: Onde se lê "auto-reflexivo" e "acções" leia-se autorreflexivo e ações, repetivamente.

    La Salete Ferreira
    30-11-2012

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  11. Nas aulas de Intervenção Educativa Precoce foram abordados conceitos chave como: Inclusão/Integração, contextos ecológicos das famílias, papel da família, competências, perspetiva holística, normalizar, intervenção sistémica, redes de apoio social, processo de luto, estratégias de coping, impacto de diagnóstico, equipas transdisciplinares e ecossistema familiar. Assim como legislação em vigor Dec-lei nº 281/2009.
    Ao refletir sobre estes conceitos cheguei à conclusão que é preponderante atuar com a criança diferente, o mais precocemente possível, centrando-nos no seio familiar, isto porque as famílias destas crianças devem conhecer tudo que as envolve e de que forma agir. Há necessidade de ajudar estas famílias a desenvolver competências para o efeito, indo de encontro com as suas necesssidades.
    Neste sentido devemos agir de forma a: reduzir as “angustias” das famílias, apoiar as famílias na compreensão das limitações da criança, melhorar a qualidade das interações, promover um funcionamento familiar adequado e competências nas famílias, no sentido de estas se mobilizarem e criarem redes de suporte social.
    Resta-me agradecer a forma estimulante como os conceitos nos foram apresentados, na sensibilização para a “diferença” e importância de uma intervenção sistémica, potenciadora do melhor desenvolvimento da criança. Obrigada!

    Susana Sampaio

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  12. "Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver."
    Dalai Lama

    Intervenção Precoce na Infância - Um apoio que nos assiste, que nos faz creditar que todos, mesmo todos, fazemos parte de um mundo, no qual o interesse e a preocupação pelos nossos semelhantes e a solidariedade são genuínas e uma constante no nosso dia-a-dia.
    Obrigada professora Celmira por todo o conhecimento que partilhou nas suas aulas e consequentemente por nos ter enriquecido a nossa forma de pensar e de agir.
    Congratulo-a pela sua esplêndida e solidária obra que se constitui num legado tão nobre.

    Marta Carvalho


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  13. Nota: onde se lê «creditar» leia-se «acreditar».

    Marta Carvalho

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  14. A investigação realizada neste domínio, os assuntos tratados bem como as metodologias desenvolvidas, permitiram-me perceber a funcionalidade da IPI. Isto é, a disciplina de IPIFP ajudou-me a reconstruir o pensamento sobre a IPI. Agora entendo que para uma intervenção mais sólida, é indispensável o envolvimento de uma equipa multidisciplinar e de inter-serviços, de base comunitária, conciliando serviços formais e recursos informais em processos de articulação, colaboração e parcerias, de forma que se consiga responder melhor às necessidades especiais de cada criança/família.
    O realce dado à família, à utilização dos serviços de base comunitária próximos da família e da criança, assim como aos contextos naturais da criança, justifica-se pela necessidade de potenciar às famílias e à criança o desenvolvimento pessoal e social, a procura de serviços e inclusão social a fim de lhes proporcionar a satisfação das suas necessidades.
    Nestas aulas, a ênfase dada à família, como alvo dos serviços, incidiu no reconhecimento do seu poder de decisão, capacidades e participação na intervenção, em vez de se focar exclusivamente na educação da criança. Na análise e reflexão dos diferentes aspetos abordados tornou-se fácil vislumbrar e compreender as reações da família quando recebem a notícia de um diagnóstico não esperado; a importância de ajudar a identificar os seus pontos fortes, as suas competências e necessidades; e a relevância em participar nas decisões tomadas para o desenvolvimento da intervenção. Considero que as decisões discutidas e tomadas em conjunto corresponsabilizam todos os envolvidos, incluindo a família. O objetivo da equipa é desenvolver ao máximo as potencialidades e capacidades da criança, assumindo cada um as suas responsabilidades.
    Para concluir, posso afirmar que a partilha e as aprendizagens enriquecedoras, as aulas dinâmicas e o feedback desenvolvido entre a professora/alunos e alunos/alunos serviu para nos abrir horizontes relativamente à Intervenção Precoce com crianças NEE.
    Também, quero felicitar e agradecer a partilha de saberes e experiências que a professora Celmira nos testemunhou, dando-nos a conhecer o trabalho e os projetos em que está envolvida.

    Isabel Abreu

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  15. É um prazer assistir às aulas da professora Celmira Macedo. É notório que conhece muitíssimo bem a área da Intervenção Precoce, tanto a nível científico como prático. O fato de trabalhar no “terreno”, aporta uma evidente mais-valia que nos é transmitida através de um saber muito mais assertivo sobre as questões levantadas nesta área. Revela um empenho e gosto invulgares no que está a fazer e coloca uma infindável energia que contagia os alunos e, por certo, com quem trabalha.
    Simultaneamente, transporta consigo a jovial forma de estar de quem, se não conseguir mudar o mundo, pelo menos irá mudar uma pequena parte dele. Acredita no papel fundamental que representa a família no presente e futuro destas crianças.
    A sua obra fala por certo melhor do seu trabalho do que as minhas palavras.
    Parabéns pelo trabalho que tem realizado nas diversas vertentes da Intervenção Precoce.

    Vítor Lamas

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  16. As aulas de Intervenção Precoce ajudaram-me a perceber e refletir sobre o quanto é importante intervir o mais cedo possível sendo sempre centrada na família em que a criança está inserida, o que faz todo o sentido, pois é a família que mais sofre e a que mais diretamente tem de lidar diariamente com a situação. Por estas razões, faz todo o sentido que as equipas trabalhem de forma transdisciplinar. É ainda importante dotar as famílias de conhecimentos e práticas que as ajude a lidar com a situação. Exemplo disso, é a Associação Leque que permite tudo isso e muito mais a essas famílias. É de louvar o ato de pessoas que permitem que isto aconteça.
    Agradeço à professora Celmira por ter partilhado o seu conhecimento connosco. Através das aulas, adquiri conhecimentos que até então me eram alheios e que me vão ser muito úteis.
    Laura Monteiro

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