quarta-feira, 28 de março de 2012

Falta formação específica no ensino especial - Por Rita Araújo/Jornal Público - Notícia comentada por Celmira Macedo

Falta formação específica no ensino especial

Por Rita Araújo/Jornal Público - Notícia comentada por Celmira Macedo

“Relatório da IGE aponta falhas na formação dos professores e omissões nas estratégias a adotar
Falhas na formação específica em Educação Especial (EE), ausência de serviços de psicologia e estratégias omissas relativamente aos alunos portadores de Necessidades Educativas Especiais são algumas das conclusões do último relatório da Inspeção-geral de Educação (IGE). No documento, referente a 2010-2011, pode ler-se que "o acesso a formação, no âmbito da EE, por parte dos educadores de infância e dos professores do ensino regular é apontado pela escola como uma necessidade a colmatar".

Celmira Macedo, da Associação de Pais e Amigos de Crianças com NEE do distrito de Bragança, aponta a questão da formação como "central". "A maior parte dos professores não tem formação específica", reconhece. Admitindo que a formação "não faz milagres", declara que "ajuda os professores, dando-lhes ferramentas para lidar com os alunos". Sublinhando a importância de promover a "inclusão social dentro da turma", Celmira Macedo refere que a igualdade de oportunidades ainda é uma "realidade pouco presente".

Os psicólogos são uma das peças -chave deste problema; o relatório também refere a ausência, em algumas escolas, de serviços de psicologia e orientação."Na maioria das escolas, a EE não é assumida como elemento estratégico do desenvolvimento organizacional" e os documentos estruturantes são "frequentemente omissos" em relação a estratégias a desenvolver no apoio aos alunos com NEE.

O documento abre ainda a possibilidade "de alargamento da atividade aos estabelecimentos de ensino particular e corporativo de educação especial". Celmira Macedo adianta que, desde que seja assegurada a "qualidade da intervenção" junto das crianças, "não importa" se o estabelecimento de ensino é público ou privado.
Para a elaboração deste relatório foram inspecionados 46 agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas na área das cinco delegações regionais da IGE.

Privilegiaram-se as escolas dotadas de unidades de ensino estruturado do espectro do autismo, apoio especializado para multideficiência e surdocegueira congénita, escolas para alunos surdos ou cegos e com baixa visão e agrupamentos de referência para a intervenção precoce na infância”

In Jornal público Público 2012-02-23

sexta-feira, 23 de março de 2012

A Associação LEQUE estabeleceu um Protocolo de Colaboração com o Gabinete Telmo Teles de Bragança, esta parceria possibilita a todos os sócios da nossa Instituição, usufruirem de descontos nos serviços terapeuticos deste gabinete.
A Associação LEQUE encontra-se totalmente disponível para realizar outras parcerias neste sentido.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Mestrado em Educação Especial - Domínio Cognitivo e Motor


Unidade Curricular: Intervenção Educativa Precoce
Docente: Celmira Macedo


Este espaço destina-se aos alunos do Mestrado em Educação Especial do ISCE - Felgueiras, que queiram partilhar as suas experiências.  

quarta-feira, 7 de março de 2012

Educar para a diferença

Se há uma realidade que é transversal a todas as IPSS do País é o facto de o seu nascimento acontecer pela vontade dos cidadãos se organizarem livremente e tentarem dar resposta às necessidades que identificam na comunidade em que se inserem. E, apesar de educar para a diferença, a Leque – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Necessidades Especiais não é diferente! 
Esta Associação sediada em Alfândega da Fé foi criada em 2009 por iniciativa de Celmira Macedo, uma educadora de infância de formação, que investiu na Educação Especial e que decidiu fazer um doutoramento nesta área. 

Para ler o artigo:
http://www.solidariedade.pt/sartigo/index.php?x=4833

Mais um video que explica A NOSSA HISTÓRIA...

http://www.facebook.com/photo.php?v=118358431568313


video